Jovem sobrevive a 4 MIL PICADAS DE ABELHAS após buscar bola em escola: caso choca e alerta para risco invisível

 


Estudante de 14 anos enfrenta cena de horror no DF: enxame de abelhas deixa marcas e lição urgente  

Na última sexta-feira (14/02), um incidente assustador na região da Fercal, Distrito Federal, colocou em alerta pais, escolas e autoridades. Vitor Hugo, de 14 anos, foi atacado por um enxame de abelhas enquanto tentava recuperar uma bola em uma área de mata próxima à escola onde brincava com amigos. O adolescente recebeu mais de 4 mil picadas, incluindo ferimentos no rosto, cabelo e dentro da boca, e segue internado em coma induzido na UTI de um hospital particular .  

O ataque:  

Durante uma partida de futebol, a bola caiu em uma ribanceira com vegetação densa. Vitor e dois colegas atravessaram uma cerca para resgatá-la, mas pisaram em um pneu abandonado que abrigava uma colmeia gigante de abelhas-africanas (espécie conhecida por ataques agressivos). Enquanto os amigos conseguiram fugir, Vitor ficou encurralado. Testemunhas relatam que ele gritava por socorro, coberto por milhares de insetos, enquanto tentava proteger o rosto .  

Tentativas de resgate e drama:  

Funcionários da escola e socorristas tentaram espantar as abelhas com fumaça e fogo, mas as chamas se alastraram pelo mato, aumentando o desespero. O médico Madson Rodrigo, que prestou os primeiros socorros, descreveu a cena: “Ele tinha ferrões por todo o corpo, abelhas grudadas no rosto, ouvidos e boca. Reclamava de calor intenso, provavelmente pela toxina e pelo fogo próximo” . A tia do adolescente, Letícia Araújo, chegou ao local e encontrou o sobrinho “todo preto, inchado, com abelhas até dentro da boca” .  

Estado de saúde crítico:  

Vitor Hugo foi entubado e sedado para controlar a dor e o edema generalizado. Médicos monitoram seus rins, que estão sobrecarregados pelo veneno, e avaliam a necessidade de hemodiálise. A família relata evolução lenta, mas positiva, sem previsão de alta .  

Alerta para escolas e comunidades:  

O caso expôs falhas no monitoramento de áreas de risco. O apicultor José Serafim, que removeu a colmeia, alertou: “Abelhas atacam para defender a colmeia. É essencial identificar e retirar esses ninhos, principalmente perto de escolas”. Dados do Ministério da Saúde reforçam a urgência: em 2024, mais de 33 mil ataques e 119 mortes por picadas foram registrados no Brasil .  

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Este drama não é apenas um acidente isolado. É um alerta vital para que escolas e autoridades reforcem a segurança em áreas com vegetação. 

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